O Ministério da Cultura (MinC), em parceria com a Secretaria de
Estado de Cultura do Amazonas e a Universidade Estadual do Amazonas,
realiza o III Fórum de Incentivo à Cultura – etapa Manaus (AM), no
próximo dia 5 de novembro, no Centro Cultural Palácio Rio Negro.
O
evento oferece a oportunidade aos fazedores de cultura para a troca de
experiências com seus pares e com os integrantes da Comissão Nacional de
Incentivo à Cultura (CNIC), órgão colegiado do ministério que analisa
pareceres e subsidia a aprovação de projetos aptos a captar recursos via
incentivo fiscal com base na Lei Rouanet.
Na ocasião, os participantes poderão obter orientações com o corpo
técnico do MinC sobre possíveis dúvidas com relação à inscrição,
acompanhamento e execução de projetos, além de questões referentes à
prestação de contas e cumprimento do objeto das propostas.
Representantes de entidades vinculadas ao ministério como a Fundação
Nacional de Artes (Funarte), Instituto do Patrimônio Histórico e
Artístico Nacional (Iphan), Instituto Brasileiro de Museus (Ibram),
Fundação Biblioteca Nacional, Fundação Cultural Palmares e Agência
Nacional do Cinema (Ancine) também prestarão consultorias.
Além da participação no fórum, os integrantes da CNIC se reúnem entre
os dias 4 e 6 de novembro para analisar e julgar as propostas de
projetos culturais que buscam a liberação do ministério para captação de
recursos via Lei Rouanet.
Local: Centro Cultural Palácio Rio Negro
Endereço: - Avenida 7 de setembro, 1546, Centro, Manaus (AM) Horário: Das 13h às 20h
Programação
13:00 às 14:00 – Cadastramento dos inscritos, no Salão Rio Solimões
14:00 às 14:15 – Apresentações artísticas
14:15 às 14:30 – Abertura oficial, no Salão Rio Solimões
14:30 às 15:00 – Palestra sobre o Vale Cultura e números do Incentivo Fiscal com o Secretário de Fomento e Incentivo à Cultura
15:00 às 15:10 – Orientações sobre o funcionamento do Fórum e divisão dos grupos.
15:10 às 17:10 – Encontro setorial da CNIC e produtores culturais locais:
Sala 1 – Artes Cênicas, Artes Visuais e Artes Integradas
Sala 2 – Patrimônio Cultural e Museológico
Sala 3 – Humanidades
Sala 4 – Música
Sala 5 – Audiovisual
17:10 às 17:30 – Coffee-break
17:30 às 20:00 – Bancas Técnicas
I - Banca Técnica do SALIC - Orientações e consultas sobre o sistema SALIC e o escritório virtual
II - Banca Técnica da SEFIC - Orientações e consultas sobre projetos de artes cênicas, artes visuais, artes integradas, patrimônio cultural, humanidades e música
Mesa 1 – apresentação de propostas e aprovação de projetos;
Mesa 2 – projetos em execução;
Mesa 3 – prestação de contas de projetos.
III - Banca Técnica do Audiovisual - Orientações e consultas sobre projetos de audiovisual, com técnicos da Secretaria do Audiovisual e Ancine.
A tradicional festa que celebra o aniversário da capital amazonense desde 1997, o Boi Manaus, terá um novo conceito este ano. A 18ª edição do evento ocorrerá em três dias – sendo um a cada semana, emoutubro – em três diferentes pontos da cidade. O encerramento será na Arena da Amazônia – local que recebeu oito seleções durante a Copa do Mundo, shows nacionais e, agora, será palco para a valorização dos artistas locais. A programação será promovida pela Prefeitura de Manaus, por meio da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult).
Mais de 40 artistas estarão na programação montada pela prefeitura para celebrar os 345 anos da cidade. A primeira delas será no dia 11 de outubro, no sambódromo, palco oficial do evento, ao som das toadas de Boi-Bumbá. No dia 18, o evento será na Avenida Itaúba, zona Leste, com apresentações em trios elétricos. No dia 23 de outubro, véspera do aniversário de Manaus, a festa será na Arena da Amazônia.
“Levar o Boi Manaus à Arena é dar oportunidade para que os artistas locais possam se apresentar em um dos palcos mais visados nesse momento. Além disso, queremos fortalecer a tradição do evento e a cultural local, nosso folclore”, declarou o diretor-presidente da Manauscult, Bernardo Monteiro de Paula.
Pela primeira vez, o Boi Manaus receberá os bumbás de Parintins: Garantido e Caprichoso. Desde sua primeira edição, o evento contava apenas com apresentações dos artistas representantes dos bois vermelho e azul, além dos bumbás da capital: Brilhante, Corre Campo e Garanhão.
Segundo Monteiro de Paula, o novo formato do evento foi decidido junto à sociedade civil. “A fundação fez uma proposta e a colocou em discussão em meio aos representantes dos bois-bumbás, que também fazem o evento. O conceito desta edição foi feito de forma colaborativa, com compartilhamento de ideias até chegarmos a uma decisão unânime, visando melhorarias ao evento, de acordo com as necessidades encontradas”, destacou.
Feirinha do Tururi
A Feira do Tururi, onde há a venda das camisas oficiais do evento, será de 6 a 19 de outubro, a partir das 19h, na área externa da Arena da Amazônia. Além do Boi Manaus, a Manauscult está preparando uma série de atividades artístico-culturais para a celebração do aniversário da cidade. A ideia é oferecer opções de programação em todas as zonas. Confira as datas, locais e horário do Boi Manaus.
Nós, amantes e guardiões do folclore de Manaus devemos manter firme nosso objetivo.
Apresentação de Dança Folclórica (quadrilha) no festival de maior diversidade do norte do Brasil, o Festival Folclórico do Amazonas. Foto: Nonato Torres
O que estamos reivindicando?
O Patrimônio Cultural Intangível ou Imaterial compreende as
expressões de vida e tradições que comunidades, grupos e indivíduos em
todas as partes do mundo recebem de seus ancestrais e passam seus
conhecimentos a seus descendentes.
Apesar de tentar manter um senso de identidade e
continuidade, este patrimônio é particularmente vulnerável uma vez que
está em constante mutação e multiplicação de seus portadores. Por esta
razão, a comunidade internacional adotou a Convenção para a Salvaguarda
do Patrimônio Cultural Intangível em 2003.
É amplamente reconhecida a importância de promover e
proteger a memória e as manifestações culturais representadas, em todo o
mundo, por monumentos, sítios históricos e paisagens culturais. Mas não
só de aspectos físicos se constitui a cultura de um povo. Há muito
mais, contido nas tradições, no folclore, nos saberes, nas línguas, nas
festas e em diversos outros aspectos e manifestações, transmitidos oral
ou gestualmente, recriados coletivamente e modificados ao longo do
tempo. A essa porção intangível da herança cultural dos povos, dá-se o
nome de patrimônio cultural imaterial.
Para muitas pessoas, especialmente as minorias
étnicas e os povos indígenas, o patrimônio imaterial é uma fonte de
identidade e carrega a sua própria história. A filosofia, os valores e
formas de pensar refletidos nas línguas, tradições orais e diversas
manifestações culturais constituem o fundamento da vida comunitária. Num
mundo de crescentes interações globais, a revitalização de culturas
tradicionais e populares assegura a sobrevivência da diversidade de
culturas dentro de cada comunidade, contribuindo para o alcance de um
mundo plural.
Ciente da importância dessa forma de patrimônio e da
complexidade envolvida na definição dos seus limites e de sua proteção,
a UNESCO vem, nos últimos vinte anos, se esforçando para criar e
consolidar instrumentos e mecanismos que conduzam ao seu reconhecimento e
defesa. Em 1989, a Organização estabeleceu a Recomendação sobre a
Salvaguarda da Cultura Tradicional e Popular e vem, desde então,
estimulando a sua aplicação ao redor do mundo. Esse instrumento legal
fornece elementos para a identificação, a preservação e a continuidade
dessa forma de patrimônio, assim como de sua disseminação.
De modo a estimular os governos, ONGs e as próprias
comunidades locais a reconhecer, valorizar, identificar e preservar o
seu patrimônio intangível, a UNESCO criou um título internacional,
concedido a destacados espaços (locais onde são regularmente produzidas
expressões culturais) e manifestações da cultura tradicional e popular.
Assim, em 2003 e 2005, a Proclamação das Obras-Primas do Patrimônio Oral
e Intangível da Humanidade selecionou, por meio de um júri
internacional, espaços e expressões de excepcional importância, dentre
candidaturas oferecidas pelos países.
Além das gravações, registros e arquivos, a UNESCO
considera que uma das formas mais eficazes de preservar o patrimônio
intangível é garantir que os portadores desse patrimônio possam
continuar produzindo-o e transmitindo-o. Assim, a Organização estimula
os países a criarem um sistema permanente de identificação de pessoas
(artistas, artesãos etc.) que encarnam, no grau máximo, as habilidades e
técnicas necessárias para a manifestação de certos aspectos da vida
cultural de um povo e a manutenção de seu patrimônio cultural material.
Finalmente, em 2003, após uma série de esforços, que
incluíram estudos técnicos e discussões internacionais com
especialistas, juristas e membros dos governos, a UNESCO adotou a
Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial. Essa
convenção regula o tema do patrimônio cultural imaterial e, assim,
complementa a Convenção do Patrimônio Mundial, de 1972, que cuida dos
bens tangíveis, de modo a contemplar toda a herança cultural da
humanidade.
Na última quinta-feira, 10, reunidos na quadra do GRES Andanças de
Ciganos, os representantes de mais de 500 agremiações folclóricas
anunciaram que estão realizando um abaixo-assinado para enviar ao
governador José Melo, ao prefeito Artur Neto, ao presidente da ALE,
deputado Josué Neto, e ao presidente da CMM, vereador Bosco Saraiva,
solicitando que o Festival Folclórico do Amazonas seja reconhecido como
patrimônio cultural de natureza imaterial do Amazonas e de Manaus.
Os grupos folclóricos de Manaus reúnem mais de 80 mil pessoas. Nos
diversos municípios amazonense existem mais de 3 mil grupos folclóricos,
totalizando quase 200 mil pessoas envolvidas diretamente com essas
manifestações culturais.
A exemplo de Manaus, os grupos folclóricos dos municípios também se ressentem de um maior apoio e incentivo dos órgãos públicos.
A ideia dos grupos de Manaus é que essa iniciativa seja replicada em
cada município, como forma de valorizar e preservar a nossa autêntica
cultura popular.
Participaram da reunião, como representantes da classe política, o
deputado Adjunto Afonso, o secretário municipal de Cultura, Bernardo
Monteiro de Paula, e os vereadores Arlindo Jr., Rosivaldo
Cordovil, Ednailson Rozenha e Terezinha Ruiz.
Os representantes das agremiações folclóricas não mediram palavras
para denunciar o descaso com que vem sendo tratado o cinquentenário
festival (que terá sua 58ª edição este ano), chegando ao cúmulo de, no
ano passado, ter sido realizado em agosto. E apontaram o nome do
principal culpado pelo atual estado de coisas: o matusalém secretário
estadual de Cultura, Robério Braga, há 18 anos no cargo.
“Esse cidadão [Robério Braga] não gosta de cultura popular. Ele quase
acabou com o carnaval amazonense. Agora, ele está quase acabando com o
Festival Folclórico do Amazonas”, avisou Ivo Moraes, sendo
delirantemente aplaudido pela multidão presente no evento. “Ele gasta
verdadeiras fortunas com festivais de ópera, cinema e jazz, mas tem um
verdadeiro desprezo pelas nossas raízes culturais. Apesar de estar
investido em um cargo público, esse cidadão {Robério Braga] se comporta
como um senhor do engenho que quer manter os artistas locais confinados
na senzala.”
O discurso de Ivo Moraes foi interrompido pelos gritos de “Fora,
Robério! Fora, Robério!” entoado incessantemente pela multidão. Os
representantes políticos não esconderam o constrangimento por aquela
manifestação espontânea de quase 600 pessoas presentes na quadra dos
Ciganos.
Durante seu discurso, Adelson Cavalcante, o “Adelson da Ciranda”,
anunciou a presença na plateia do incansável Zé de Cima, que há 50 anos
participa do Festival Folclórico do Amazonas e é considerado uma lenda
viva entre os folcloristas. “Esse homem [Zé de Cima] merece respeito.
Ele não pode ser tratado como um mendigo pedindo para apanhar as
migalhas que caem no chão da mesa dos poderosos”, detonou, sendo
bastante aplaudido.
Além do reconhecimento do Festival Folclórico do Amazonas como
patrimônio cultural de natureza imaterial, Adelson quer que seja
construída a Cidade do Folclore, com local fixo para apresentação dos
grupos, galpões para confecção de fantasias e adereços, e um museu sobre
o folclore do Amazonas permanente aberto para a visitação pública.
Histórico do Festival
O Festival Folclórico do Amazonas teve seu início em 21 de junho de
1957, no Campo do Quartel 27 B.C., Estádio General Osório, no centro
histórico de Manaus, por iniciativa do jornalista Bianor Garcia.
Desde o início, o festival reuniu diversas danças folclóricas de
bairros de Manaus, contribuindo para difundir a cultura popular do
Amazonas, por meio dos bumbás Mina de Ouro, Corre Campo e Tira Prosa e
pelas apresentações de cirandas, danças nordestinas, quadrilhas, danças
regionais e tribos.
Até a década de 70, o festival era apresentado local hoje ocupado
pelo Colégio Militar. Com a construção do colégio, em 1979, as
organizações dos eventos procuraram um novo espaço para abrigar a festa.
O festival passou a ser apresentado em diferentes lugares: Parque
Amazonense, Estádio da Colina, Estádio Vivaldo Lima (Vivaldão).
Em 1979, com a fundação da Associação dos Grupos Folclóricos do
Amazonas (AGFAM), com o presidente fundador Carlos Magno Duarte de
Souza, a festa foi levada para a Praça Francisco Pereira da Silva, “Bola
da Suframa”, com apoio da Secretaria de Estado de Cultura.
O novo local agradou a todos, pois possibilitou a manutenção das
características originais do evento: a de um grande arraial, com
barracas, parque de diversão e muitas outras atrações.
Depois disso, com a construção do Sambódromo, o festival ainda passou
a ser realizado no local, na área denominada ferradura. O evento
voltou a ser apresentado na Bola da Suframa até que o governo de
Amazonino Mendes optou por construir no local o Memorial da Amazônia. Na
época da construção, o festival voltou a ser apresentado no Sambódromo.
Em 2003, no governo de Eduardo Braga, o Memorial da Amazônia foi
adaptado e passou a receber o nome de Centro Cultural Povos da Amazônia.
O Centro Cultural é dotado de uma grande arena medindo 60×90 m,
arquibancadas para um público de 15 mil pessoas, banheiros amplos e
fixos e a praça de alimentação. O festival passou a ser apresentado na
arena.
Patrimônio cultural
A Constituição Federal de 1988, em seus artigos 215 e 216, ampliou a
noção de patrimônio cultural ao reconhecer a existência de bens
culturais de natureza material e imaterial e, também, ao estabelece r
outras formas de preservação – como o Registro e o Inventário – além do
Tombamento, instituído pelo Decreto-Lei nº. 25, de 30/11/1937, que é
adequado, principalmente, à proteção de edificações, paisagens e
conjuntos históricos urbanos.
Os Bens Culturais de Natureza Imaterial dizem respeito àquelas
práticas e domínios da vida social que se manifestam em saberes, ofícios
e modos de fazer; celebrações; formas de expressão cênicas, plásticas,
musicais ou lúdicas; e nos lugares (como mercados, feiras e santuários
que abrigam práticas culturais coletivas).
Nesses artigos da Constituição, reconhece-se a inclusão, no
patrimônio a ser preservado pelo Estado em parceria com a sociedade, dos
bens culturais que sejam referências dos diferentes grupos formadores
da sociedade brasileira.
O Patrimônio Cultural Imaterial é transmitido de geração a geração,
constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função de seu
ambiente, de sua interação com a natureza e de sua história, gerando um
sentimento de identidade e continuidade, contribuindo para promover o
respeito à diversidade cultural e à criatividade humana.
É apropriado por indivíduos e grupos sociais como importantes
elementos de sua identidade, mas isso o longevo secretário estadual de
Cultura ainda não sabe…//(Simão Pessoa)
A Prefeitura de Manaus publicará, até o final de abril, um edital com
as regras para que os grupos participantes do Festival Folclórico do
Amazonas, realizado anualmente, entre junho e julho, no Centro Cultural
dos Povos da Amazônia, (CCPA), requeiram apoio da Prefeitura, por meio
da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult). A
informação foi repassada pelo diretor-presidente da fundação, Bernardo
Monteiro de Paula, em reunião, na noite desta quinta-feira, 10, com
representantes das associações folclóricas.
Dentre as observações que constarão no edital, as associações terão
um prazo de 120 dias após o término do festival folclórico para prestar
contas dos gastos a Manauscult. Na reunião, o diretor-presidente do
órgão determinou o próximo dia 15 de maio como prazo máximo para que as
associações regularizem questões financeiras e documentais para receber o
patrocínio do município. “Para que possamos ajudá-los é necessário que
todos os grupos procurem a fundação para se legalizar. Reafirmo o
compromisso dessa gestão em fomentar a cultura em nossa cidade, mas,
para isso, devemos proceder dentro das normas legais”, explicou Monteiro
de Paula. Além dos recursos, outras pautas foram discutidas na reunião.
Em meio às propostas, representantes das associações solicitaram o
tombamento do festival como Patrimônio Cultural e Imaterial, com data fixa de
realização – sendo votado e definido a segunda quinzena de junho e a primeira de julho –
totalizando 30 dias de festa, e maior investimento do município no
fomento às manifestações folclóricas. Essas definições farão parte do Projeto de Lei proposta pelo vereador Arlindo Junior e que já tem subscrito pela maioria dos vereadores da Câmara Municipal de Manaus.
Apoio
Somente em 2013, a Prefeitura de Manaus, por meio da Manauscult,
apoiou as apresentações no festival com um valor de R$ 4.527.849,07.
“Esse dinheiro foi repassado às associações para que as mesmas pudessem
realizar suas atividades. Também demos apoio em som, palco, iluminação e
banheiros químicos. Existe sim um investimento em cultura e reafirmo o
compromisso em mantê-lo, desde que seja feito da forma correta”,
finalizou o diretor-presidente.
Fonte: Portal da Prefeitura Municipal de Manaus
Assessoria de Comunicação e Imprensa da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult): 92 3215-3447